Às minhas amigas, mães e filhas, um parabéns especial.
Ser mãe dá muito trabalho. Nossa, como cansa.
Parece que estes seres não estão satisfeitos nunca. Sempre querem mais. Mais.
E como reclamam. Caraca, quando a gente pensa que está agradando, não estamos.
Estes filhos, estas filhas. Que criaturas!
Ah, estas pessoas que nascem da gente, que nascem porque a gente escolheu, que acordam de mal humor e como custam a dormir.
Isto quando varam a noite acordados, sabe-se lá Deus aonde.
Filhos, filhas.
Que ficam doentes e saudáveis com uma rapidez meteórica.
Estes seres tão iguais a gente.
Feitos pela gente, e que são gente.
Nossos espelhos, nossos retratos.
Estes pequenos grandes somos nós!
São o nosso chão, o nosso lastro, nosso leme e nosso casco.
Filhos, filhas. Sempre no plural, pois mesmo um, são tantos.

Ontem eu dei um presente para minha filha. Um jogo de toalhas: banho, rosto e piso.
Sou tão feliz porque tenho uma filha, porque tenho ela.
Para variar ficou com aquela cara de interrogação, quando abriu o pacote: "toalhas, mãe!?" "de novo?"
- "você não gostou?"
- "gostei, mas por que você me dá toalhas?"
Por que eu dou toalhas para minha filha no dias das mães? Boa pergunta! Inteligente filha. Curiosa.
Pensa daqui, pensa de lá e conclui.
Eu lhe dou toalhas porque quero que ela seque todas as dores, todas as mágoas, todos os suores que eu acho que eu provoco com meu amor desmantelado.
Toalhas... é toalhas.
Para secar, ... e ficar linda para a Vida.
Feliz dia das filhas, feliz dia dos filhos, estas criaturas maravilhosas que dão sentido à nossa vida.
Sem vocês, ah, sem vocês, o mundo fica...
esquisito...
úmido...
sem toalhas.
Beijos, no coração de cada uma, minhas amigas, mães.
E obrigada filhos e filhas, que nos ensinam a amar!

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