domingo, 24 de outubro de 2010

Sou que nem o vento


Por querer tirar as coisas, constantemente de lugar.
Bem, assim minha amiga e comadre Sandra me chamou hoje. E que eu sou também uma metamorfose ambulante. Tudo no elogio.
E eu me senti bem lisonjeada. Por ela, sempre me sinto assim, cheia e poderosa. Amantíssima.
Esta senhora me ensinou muitas coisas e muitas outras eu não dei conta de aprender.
A minha amiga é a mulher que mais ama neste mundo, ama o amor e por ele é apaixonada.
Uma mulher do mundo, uma mestra e doutora que com a mesma habilidade que transita no mundo da medicina, pilota um fogão, entre alhos, cebolas e produzindo uma feijoada.
Temos tantas coisas em comum. Temos tantas diferenças.
Depois de todo este tempo que a gente se conhece e apesar da enorme distancia que agora nos separa ainda sabemos rir das nossas bobagens e colocar um tapete vermelho para nossas emoções.
Amiga, saudades.

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